A fachada ventilada consolidou-se como uma das soluções construtivas com maior crescimento no mercado português, impulsionada pela reabilitação energética dos edifícios e por exigências regulamentares cada vez maiores em matéria de eficiência, sustentabilidade e segurança. A isto junta-se uma preocupação crescente com o comportamento das fachadas face ao fogo, especialmente após os incêndios registados em edifícios europeus nos últimos anos, que colocaram a segurança da envolvente no centro do debate.
Para responder aos novos desafios do setor, a Knauf Insulation reforçou a sua gama Smart Facade com o lançamento de Smart Facade 34 BP e Smart Facade 34 BR, uma nova geração de soluções para fachadas ventiladas que melhora o desempenho térmico e acústico do edifício e incorpora uma importante inovação logística: mais 25% de produto, contribuindo para reduzir o impacto ambiental do transporte e da instalação.
Mais produto, menos impacto
A principal novidade da nova gama Smart Facade reside na otimização da embalagem e do formato do produto, que foi possível graças aos avanços incorporados nos processos produtivos da Knauf Insulation. Esta melhoria permite transportar um maior volume de material de isolamento em cada envio, reduzindo a quantidade de embalagem, otimizando o espaço de armazenamento e diminuindo o número de entregas necessárias para um mesmo projeto.
Trata-se de um avanço que não só proporciona eficiência operacional a distribuidores e instaladores, como também contribui para reduzir a pegada ambiental associada à logística e favorece uma utilização mais eficiente dos recursos ao longo de toda a cadeia de abastecimento.
“A sustentabilidade não depende apenas do produto, mas também da eficiência com que é embalado, transportado e instalado. Incorporar mais 25% de produto por embalagem permite otimizar o transporte, reduzir as emissões associadas à logística e melhorar a eficiência de toda a cadeia de abastecimento. É um exemplo de como a inovação na conceção do produto pode gerar benefícios ambientais muito para além do próprio edifício”, explica Olivier Douxchamps, Diretor de Sustentabilidade para a Europa Ocidental da Knauf Insulation.
Além de melhorar a logística, a nova gama Smart Facade incorpora uma condutividade térmica λ 0,034, o que aumenta a capacidade de isolamento da envolvente e contribui para reduzir as necessidades energéticas do edifício, tanto no inverno como no verão.
As soluções também melhoram o seu desempenho acústico graças a uma maior resistência ao fluxo de ar (AFr 10) e incorporam um revestimento em véu de vidro preto que aumenta a resistência mecânica durante a instalação e atua como barreira face ao efeito windwashing, evitando perdas de desempenho provocadas pelos movimentos de ar na câmara ventilada.
“A fachada desempenha um papel decisivo na eficiência energética e na sustentabilidade dos edifícios. É o elemento que regula a troca entre o interior e o exterior, reduzindo as perdas de calor no inverno, limitando os ganhos térmicos no verão e melhorando o conforto dos ocupantes. Uma envolvente corretamente isolada diminui o consumo energético, reduz as emissões operacionais de carbono e prolonga a vida útil do edifício, tornando-se um elemento essencial para uma construção mais sustentável”, acrescenta Douxchamps.
Segurança face ao fogo: uma prioridade para o mercado
O crescimento da fachada ventilada em Portugal tem sido acompanhado por uma maior atenção à segurança face ao fogo. Neste sentido, a nova gama mantém uma das características diferenciadoras das soluções da Knauf Insulation: a sua classificação Euroclasse A1, que atesta o seu caráter incombustível e responde à crescente procura de materiais que contribuam para melhorar a segurança da envolvente do edifício.
A gama mantém igualmente outras prestações já presentes na Smart Facade, como o seu comportamento não hidrófilo e a estabilidade das suas prestações termoacústicas ao longo de toda a vida útil do edifício.
As novas soluções incorporam a tecnologia ECOSE, o ligante de origem vegetal desenvolvido pela Knauf Insulation, livre de formaldeídos e fenóis adicionados, e são fabricadas com até 80% de material reciclado, enquanto 86% dos seus componentes provêm de matérias-primas renováveis.
